Como o Banco Revolut Facilitou a Minha Vida:
Vou ser direta: eu não sou só mais um blog falando bem de um banco porque “parece legal”. Eu uso a Revolut todos os dias, tenho conta pessoal, conta business, e hoje já acumulei mais de 220 mil RevPoints somente pagando despesas básicas diárias, até o meu cafezinho eu pago com o cartão da Revolut. Esses pontos que acumulo, uso literalmente para viajar, trocar por produtos e cartão presente. Este blog nasceu porque as pessoas ao meu redor vivem me perguntando como eu consigo viajar para Europa/Brasil todos os anos pagando tão pouco, e a resposta, é: Uso meus pontos do Revolut uai.
O problema que eu tinha antes
Antes de conhecer a Revolut, minha rotina financeira internacional era um pesadelo comum a qualquer brasileiro que mora fora ou viaja com frequência: cartão de crédito nacional com IOF alto, spread escondido na cotação do dólar, taxas de conversão que eu só descobria no extrato na hora de pagar a fatura, e a burocracia de levar dinheiro em espécie ou depender de casas de câmbio com fila e taxa fixa.
Como vivo entre o Brasil e a Europa, viajo para o Brasil todos os anos e para outros países europeus com uma frequência ainda maior, isso não era um detalhe, era um custo real batendo no meu bolso.
Na realidade que os pontos da Revolut não compensa ser utilizado no Gift card da Ryanair por exemplo, mas comprar a passagem na Ryanair com o cartão da Revolut acumula pontos. A vantagem maior está nas passagens aéreas internacionais de longo trecho.
O que mudou na prática
Com a conta multimoeda da Revolut, eu simplesmente troco moeda dentro do app, na cotação real de mercado, dentro dos limites gratuitos do meu plano. Chego em qualquer país, uso o cartão, e não fico calculando se aquele restaurante vai me custar “o dobro” por causa da taxa de câmbio embutida.
Depois veio o programa de pontos, o RevPoints, os pontos caem na HORA…
Cada real gasto no cartão vira pontos, e esses pontos eu transformo em passagens aéreas, compras em sites como Temu, Amazon e etc. Essas manobras, ao longo do ano, praticamente paga minhas idas à Europa/Brasil. Não é mágica, é rotina: uso o cartão para o que eu já ia gastar mesmo (mercado, Netflix,conta de celular, compras do dia a dia) e deixo os pontos trabalharem por mim.
Não é só sobre economizar, é sobre simplicidade e FOCO!
O que mais valorizo não é só o dinheiro que deixei de pagar em taxas. É abrir o app e ver tudo: quanto gastei, em qual moeda, o câmbio do dia, meus pontos acumulados, investimentos, mandar ou receber dinheiro da minha família.
Tudo num lugar só, sem depender de três ou quatro instituições diferentes para resolver minha vida financeira internacional.
Por que estou escrevendo sobre isso
Esse blog, o MundoSemTaxa, vai ser meu espaço para compartilhar exatamente como eu uso a Revolut no dia a dia: como funciona o programa de pontos, como evitar o IOF em compras internacionais, como funciona para quem vai fazer intercâmbio, ou como eu que vivo no exterior, na prática, monto minha estratégia de pontos para viajar pagando muito menos.
Tudo com a minha experiência real, com o único intuito de colaborar para que mais pessoas tenham acesso.
Se você ainda não tem conta, pode abrir a sua gratuitamente pelo meu link de indicação abaixo é a mesma conta que eu uso todos os dias.
Este post reflete minha experiência pessoal como cliente Revolut e tem caráter informativo — não é aconselhamento financeiro. Condições, taxas e benefícios podem mudar; confira sempre as informações atualizadas no site oficial da Revolut. Este texto contém meu link de indicação: ao abrir sua conta por ele, você me ajuda a manter este blog, sem nenhum custo extra para você.
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Este post reflete a experiência pessoal do autor com a Revolut e tem caráter informativo — não é aconselhamento financeiro. Condições podem mudar; confira sempre as informações atualizadas no site oficial da Revolut.
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