Esse é o post que mais gente me pede: como, na prática, eu consigo viajar para a Europa|Brasil 1 ou 2 vezes por ano gastando menos de mil reais no total .
A resposta curta é RevPoints. A resposta longa é este post.
O ponto de partida: gastar o que eu já ia gastar
A base da minha estratégia não é gastar mais, é fazer o dinheiro que eu já gastaria de qualquer forma passar pela Revolut.
Compras, em vez de comprar direto no site, eu verifico dentro da Revolut Shop se posso comprar por dentro do Banco para melhorar o acúmulo de pontos.
Mercado, contas do dia a dia, assinaturas, compras online: tudo que cabe no cartão, eu uso o cartão da Revolut. Isso, sozinho, já gera um acúmulo constante de RevPoints ao longo do mês, sem nenhum esforço extra.
Pagamento de contas via Débito automático: Eu removi essa prática da minha vida, agora tudo que é possível é pago manualmente com o cartão do Revolut, dá trabalho mas me gera pontos.
Consolidando saldo com o tempo
Com esse hábito mantido de forma consistente, cheguei a mais de 220 mil pontos acumulados em menos de 3 anos. Não foi de uma vez, foi resultado de manter o cartão como meio de pagamento padrão, mês após mês, e deixar os pontos se acumularem no fundo, sem resgatar cedo demais e aproveitar promoções da cia aérea.
Escolhendo o programa de milhas certo para a rota
Quando decido para onde quero viajar, olho a rota específica e escolho para qual programa de milhas parceiro vale mais a pena transferir os RevPoints considerando quantas milhas a rota exige naquele programa. Programas como Iberia Club e TAP Miles&Go costumam ser boas opções para rotas na Europa–Brasil, mas isso pode variar conforme o destino e a época do ano.
Planejando com antecedência
Milhas costumam render mais quando você planeja a viagem com antecedência assentos com preço “baixo” em milhas tendem a esgotar primeiro. Por isso, sempre que decido viajar em determinado período, já busco a disponibilidade de assentos em milhas com alguns meses de antecedência.
Além disso existem alguns macetes que vamos falar em um novo post, de como encontrar essa passagem de forma efetiva, pois as vezes fica escondido no App da cia aérea.
O resultado prático
Somando o resgate de passagens com pontos e a economia que já tenho no câmbio (sem IOF, sem spread, dentro do limite do meu plano), o custo real de uma viagem para a Europa cai muitoooooooooooo em relação ao que eu pagava usando cartão de banco tradicional e comprando passagem à vista.
Vale reforçar: isso é fruto de rotina e planejamento, não de um “truque”. Qualquer pessoa que use o cartão como meio de pagamento principal e acompanhe a disponibilidade de assentos em milhas consegue montar uma estratégia parecida.
Este post reflete minha experiência pessoal e tem caráter informativo — não é aconselhamento financeiro. Resultados individuais variam conforme padrão de consumo, plano contratado e disponibilidade de assentos em milhas; não há garantia de resultado igual para todos os leitores. Este texto contém meu link de indicação da Revolut: ao abrir sua conta por ele, você me ajuda a manter este blog, sem nenhum custo extra para você.
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Este post reflete a experiência pessoal do autor com a Revolut e tem caráter informativo — não é aconselhamento financeiro. Condições podem mudar; confira sempre as informações atualizadas no site oficial da Revolut.
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